04 - Lei Ordinária nº 1.268, de 20 de dezembro de 2024
FAMÍLIA/Espécie | Nome Popular | F/C* | Características das espécies |
AQUIFOLIACEAE | |||
Ilex dumosa Reissek | Caúna | Sem | Pode ser empregada na arborização urbana por ser uma espécie arbustiva a arbórea, atingindo até 20 metros de altura quando adultas. Possui flores perfumadas e pequenas. |
Ilex paraguariensis A. St.-Hil. | Erva-mate | Com | Arvoreta a árvore ornamental pelo seu porte, indicada para arborização e jardinagem. É também usada em cercas divisórias e arborização de alameda. |
ANNONACEAE | |||
Annona sylvatica A.St.-Hil. | Araticum-do-mato /araticum-grande | Com | Árvore ornamental que pode ser aplicado na arborização urbana de diversos tipos de logradouros, e sob fiação elétrica. |
Annona cacans Warm. | Araticum-cagão | Sem | Adequada para plantio em parque, praças e rodovias. O inconveniente do uso dessa espécie para áreas de grande circulação é a queda dos frutos, que podem causar acidentes. |
ASTERACEAE | |||
Moquiniastrum polymorphum (Less.) G. Sancho | Cambará | Sem | Indicada para arborização em geral, pois seu sistema radical dificilmente causa danos ao calçamento. Contudo, o uso como espécie ornamental deve ser limitado, pois apresenta copas ralas e largas, e responde às podas de forma desfavorável. |
Stifftia chrysantha J.C. Mikan | Esponja-de-ouro | Com | De pequeno porte, nativa da Mata Atlântica. É bastante durável, tem flores laranjas e é visitada por beija-flores. |
BIGNONIACEAE | |||
Handroanthus ochraceus (Cham.) Mattos | Ipê-amarelo | Com | Clássico do paisagismo brasileiro. Floração exuberante. Se adapta bem aos efeitos da poluição urbana. |
Handroanthus heptaphyllus (Vell.) Mattos | Ipê-roxo, | Sem | Copa larga, mas esparsa, podendo atingir até 35 m de altura. Cobre-se de flores, e sua beleza é raramente igualado por outras espécies. |
Tabebuia roseoalba (Ridl.) Sandwith | Ipê-branco | Sem | Atingindo até 22 m de altura, é o mais efêmero dentre todos os ipês. |
Zeyheria tuberculosa (Vell.) Bureau ex Verl. | Ipê-felpudo /Buxo-de-boi | Sem | De interesse ornamental, pela forma da copa piramidal ou colunar. |
Jacaranda brasiliana (Lam.) Pers. | Jacarandá-boca-de-sapo, Caroba | Sem | Espécie ornamental. Floresce em mais de uma época do ano, com flores lilás. Rápido crescimento, adapta-se bem a solos arenosos e argilosos degradados, além de enriquecer a serapilheira com suas folhas. |
BORAGINACEAE | |||
Cordia ecalyculata Vell. | Café-de-bugre Chá-de-bugre | Com | Pode ser usada na arborização de ruas. Suas folhas são simples e as flores são pequenas. Seus frutos são consumidos e dispersos por algumas espécies da fauna. |
Cordia americana (L.) Gottschling & J. S. Mill. | Guajuvira | Sem | Com copa densa, pode ser utilizada em arborização de parques e calçadas. |
Cordia trichotoma (Vell.) Arráb. ex Steud. | Louro-pardo | Sem | Espécie recomendada para arborização de praças públicas. |
BURSERACEAE | |||
Protium heptaphyllum (Aubl.) Marchand | Almecegueira- cheirosa | Sem | Ocorrem em todo o Brasil em terrenos arenosos, úmidos ou secos. Proporciona boa sombra e apresenta qualidades ornamentais, podendo ser utilizada na arborização urbana e rural. De porte médio, seus frutos são procurados por diversas espécies de pássaros. |
CHRYSOBALANACEAE | |||
Moquilea tomentosa Benth | Oiti | Sem | É muito usada na arborização urbana por sua copa frondosa, que gera ótima sombra. |
ERYTHROXYLACEAE | |||
Erythroxylum deciduum A.St.-Hil. | Cocão | Com | Subarbusto a árvore. Espécie ornamental, que pode ser usada na arborização urbana. |
FABACEAE | |||
Andira fraxinifolia Benth. | Angelim-doce/ angelim-da-folha-grande | Com | Grande beleza em sua folhagem, não há queda de folhas em seu período seco. É recomendada para a arborização urbana, em ruas estreitas e de baixo de redes elétricas. |
Anadenanthera colubrina (Vell). Brenan var. colubrina |
Angico-branco | Sem | Floração exuberante e de grande beleza, sendo usada na arborização. Entretanto, devido ao porte grande e vida relativamente curta, a utilização em ruas não é comum. Medianamente tolerante a geadas. |
Leucochloron incuriale (Vell.) Barneby & J.W.Grimes | Angico-rajado | Sem | Possui potencial para emprego em projetos paisagísticos, e para arborização de ruas largas, como rodovias e avenidas. |
Myrocarpus frondosus Allemão | Cabriúva | Sem | Apropriada para arborização urbana e formação de parques, apresenta copa ampla e frondosa. É uma espécie que tolera baixas temperaturas. |
Calliandra foliolosaBenth. | Caliandra-foliolosa | Com | Amplamente difundida na arborização urbana. Planta de poucos cuidados, espécie de arbusto, ou pode ser conduzido como uma arvoreta. |
Cassia leptophylla Vogel | Cassia-javam | Sem | De valor ornamental, devido à sua copa frondosa, é frequentemente empregada na arborização de vias e pode ser parte de agrupamentos em parques e jardins, embora seja recomendado o plantio individual. |
Erythrina falcata Benth. | Corticeira/ bico-de-papagaio | Sem | Bastante ornamental principalmente na época de floração, para a composição de parques e jardins. Atrai beija-flores. |
Dahlstedtia muehlbergiana (Hassl.) M.J.Silva & A.M.G.Azevedo | Feijão-cru | Sem | É bastante ornamental, principalmente quando floresce, podendo ser usada, com sucesso, no paisagismo em geral. É uma árvore rústica, e pode atingir até 30 m. Atualmente possui o status de conservação rara no Paraná. |
Libidibia ferrea (Mart. ex Tul.) L.P.Queiroz | Pau-ferro | Sem | De grande porte, proporcionando boa sombra. Não possui raízes agressivas. Adequado para plantio em áreas grandes e abertas, como parques e praças. |
Pterodon emarginatus Vogel | Sucupira | Sem | Possui características ornamentais. Indicadas para ações de reflorestamento, preservação ambiental, arborização urbana, paisagismos ou plantios domésticos. |
LAMIACEAE | |||
Vitex montevidensis (Spreng.) Moldenke | Tarumã | Sem | De grande porte, rústica. É ornamental e pode ser utilizada em paisagismo de praças, jardins públicos e avenidas. |
LAURACEAE | |||
Ocotea diospyrifolia (Meisn.) Mez | Canela-louro | Sem | Amplamente utilizada para arborização urbana. Por conta de sua copa globosa não é indicado seu uso sob fiação. |
Ocotea porosa (Nees & Mart.) Barroso | Imbuia | Sem | Pode ser usada em arborização de praças e parques, não recomendada para o plantio em calçadas. Necessita de manejo recorrente, para atingir padrões desejados. Os frutos são apreciados por aves. Longeva, pode ultrapassar 500 anos. A espécie encontra-se ameaçada de extinção. |
LEGUMINOSAE | |||
Cassia leptophylla Vogel | Falso-barbatimão | Sem | Espécie excelente para paisagismo, pela copa e floração amarela, muito ornamental. Tem sido muito utilizada em arborização de ruas. |
Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville | Barbatimão | Com | De pequeno porte e ornamental, pode ser utilizada na arborização urbana. Utilizada também para recuperação de áreas degradadas e faz parte da Relação Nacional de Plantas Medicinais de interesse ao SUS. |
LYTHRACEAE | |||
Lafoensia pacari A.St.-Hil. | Dedaleiro | Com | Usada na arborização de ruas, parques e praças. Raízes não agressivas e florescimento ornamental. Tolera razoavelmente bem a poluição urbana e a fiação da rede elétrica. |
MALVACEAE | |||
Luehea divaricata Mart. | Açoita-cavalo | Sem | De grande porte. Adaptável a terrenos secos e indicada para reflorestamento de áreas degradadas. Possui copa cônica uniforme e bela floração. Pode fazer parte da arborização urbana. |
Pachira aquática Aubl. | Monguba | Sem | Amplamente utilizadas na arborização urbana e rural por conta de seu ótimo efeito decorativo. |
MELASTOMATACEAE | |||
Pleroma granulosum (Desr.) D. Don | Quaresmeira | Com | Árvore de pequeno porte com fruto pequeno, copa arredondada bem distribuída e raiz pivotante, sendo uma das principais utilizadas na arborização urbana. |
Pleroma mutabile (Vell.) Triana | Manacá-da-serra | Com | De pequeno porte, rápido crescimento, raízes pouco agressivas e flores atraem polinizadores. |
MELIACEAE | |||
Guarea guidonia (L.) Sleumer | Marinheiro | Sem | De grande porte, geralmente bastante copada. Floração branca e perfumada, com frutos atrativos para a fauna. |
Cedrela fissilis Vell. | Cedro-rosa | Sem | Espécie largamente empregada no paisagismo de parques, grandes jardins e arborização de praças públicas. Necessita de manejo recorrente para atingir padrão desejado. Encontra-se ameaçada de extinção. |
MYRTACEAE | |||
Eugenia involucrata DC. | Cerejeira-do-mato | Com | Arbusto a árvore, as folhas verde-escuras, lisas e brilhantes são persistentes e dão uma aparência vistosa, sendo excelente espécie ornamental, podendo ser utilizada na arborização de ruas estreitas sob redes elétricas. Tolera baixas temperaturas. |
Feijoa sellowiana (O.Berg) O.Berg | Feijoa | Com | É um arbusto ou arvoreta frutífera, se destaca no paisagismo principalmente por suas belas e delicadas flores. Admite podas de formação, que deixam a copa mais densa. |
Myrcianthes pungens (O.Berg) D. Legrand | Guabiju | Sem | Muito ornamental, pode ser utilizada na arborização de ruas, parques e jardins. Com tronco geralmente tortuoso, apresenta folhas simples. Suas flores são brancas ou creme. Seus frutos são de casca rígida roxo-avermelhada, com polpa suculenta e adocicada, muito apreciados por pássaros. |
Campomanesia xanthocarpa (Mart.) O.Berg | Guabiroba | Sem | Ocorre na Mata Atlântica e no Cerrado. De grande porte, dotada de copa alongada e densa. É empregada na arborização em geral. Na primavera sua copa se enche de pequenas flores brancas, oferecendo sensação de limpeza e claridade ao ambiente. |
Eugenia brasiliensis Lam. | Grumixama ou Cereja-do-brasil | Sem | Árvore exclusiva da Mata Atlântica. De grande porte e crescimento lento. Apresenta frutos atrativos para a avifauna. |
Plinia peruviana (Poir.) Govaerts | Jabuticabeira | Com | De pequeno porte. Possui frutos comestíveis e flores, apreciados pela fauna diversa. |
Eugenia uniflora L. | Pitangueira | Com | Sistema radicular profundo, pivotante. É resistente à poda sucessiva e exige pouca manutenção, sendo aconselhada para uso como arborização urbana. |
Eugenia dysenterica (Mart.) DC. | Cagaita | Sem | Potencialmente empregáveis na arborização urbana. Com flores vistosas, brancas e delicadas. Seus frutos são globosos, suculentos, de cor amarela clara e de sabor agradável a levemente ácido. |
Psidium cattleyanum Sabine | Araçá | Com | Encontrados como arvoretas ou arbustos. De pequeno porte, ideal para ser cultivada sob fiação elétrica. Alimento para fauna. Utilizada para recuperação de áreas degradadas. |
NYCTAGINACEAE | |||
Bougainvillea glabra Choisy | Primavera | Com | Extremamente ornamental, pode ser usada na arborização de parques e jardins. Apresenta desenvolvimento rápido. Durante o verão se cobre de flores de cor lilás. Precisa de poda de formação para atingir o porte de arvoreta. |
PRIMULACEAE | |||
Myrsine umbellata Mart. | Capororocão | Com | Arbusto a árvore.É ideal para arborização em praças, parques, jardins, ruas e residências, por fazer sombra o ano todo e suas folhas serem grandes e lustrosas, de grande efeito ornamental. Suas raízes são profundas e a árvore não alcança grande porte. Tolera baixas temperaturas. |
RUTACEAE | |||
Balfourodendron riedelianum (Engl.) Engl. | Pau-marfim | Sem | De grande porte, é utilizada na arborização de praças e parques. Seu tronco é reto, e as flores são pequenas branco-amarelada. Toleram frios intensos e solos pedregosos e úmidos.Está na lista de espécies ameaçadas de extinção no Paraná. |
Dictyoloma vandellianum A.Juss. |
Tingui-preto | Com | Árvore ornamental, principalmente quando florida, utilizada com sucesso na arborização de ruas estreitas e sob rede elétrica. |
SALICACEAE | |||
Casearia sylvestris Sw. | Cafezeiro-do-mato/ Guaçatonga | Com | Possui propriedades ornamentais. É recomendada para plantio em passeios estreitos, sob fiação.Os frutos alimentam a avifauna, é importante para recomposição de matas nativas e na recuperação de matas ciliares. |
SAPINDACEAE | |||
Allophylus edulis (A. St.-Hil., Cambess. & A. Juss.) Radlk. | Vacum | Sem | Bastante ornamental, podendo ser empregada, com sucesso, na arborização de praças, ruas e avenidas. Seus frutos não causam problemas a transeuntes e veículos estacionados, e produz excelente sombra, ideal para estacionamentos. |
Cupania vernalis Cambess. | Camboatá- Vermelho/ Arco-de-barril | Sem | Porte médio.Com folhagem ornamental propícia ao sombreamento, pode ser empregada no paisagismo. Os frutos são do tipo seco e deiscente. |
Sapindus saponaria L. | Sabão-de-soldado | Sem | Espécie de grande apelo ornamental, sendo usada na arborização urbana de várias cidades brasileiras. Indicada para praças, parques e avenidas. |
SOLANACEAE | |||
Brunfelsia pauciflora (Cham. & Schltdl.) Benth. | Manacá-de-jardim | Com | Árvore ornamental usada na decoração de jardins. Apresenta flores perfumadas de coloração azul-violeta escuras, que atrai pássaros, abelhas e borboletas. |
URTICACEAE | |||
Cecropia pachystachya Trécul | Embaúba-branca | Com | Arvoreta a árvore ornamental, pode ser empregada no paisagismo. Não tolera bem baixas temperaturas. |
VOCHYSIACEAE | |||
Vochysia cinnamomea Pohl | Quina-doce | Com | Arbusto a árvore.Potencialmente empregáveis na arborização urbana. |
Nota: *F/C: Fiação nas calçadas.
FAMÍLIA/Espécie | Nome Popular | *F/C | Características das espécies |
ERICACEAE | |||
Rhododendron thomsonii Hook.f. | Rododendro | Com | De pequeno porte. Pode ser utilizada isolada, formando arbusto, ou até mesmo uma arvoreta para a arborização urbana. |
FABACEAE | |||
Erythrina variegata L. | Eritrina-verde- amarela | Sem | Bela copa centralizada, planta rústica, de baixa manutenção, o que a torna adequada para a arborização urbana, como parques e jardins públicos. |
Tipuana tipu (Benth.) Kuntze | Tipuana | Sem | Excelente efeito paisagístico, fornece uma sombra fresca e floração exuberante. Ideal para avenidas, praças e parques. |
LEGUMINOSAE | |||
Bauhinia monandra Kurz | Pata-de-vaca | Com | Indicada para arborização urbana por possuir raízes profundas que geralmente não danificam calçadas e por dispor de belas flores. |
Bauhinia purpúrea L. | Pata-de-vaca | ||
Bauhinia variegata L. | Pata-de-vaca | ||
Cassia fistula L. | Cássia-fístula | Com | Árvore decídua e florífera, muito utilizada na arborização urbana por sua beleza, rápido crescimento e rusticidade. |
Cassia grandisL.f. | Cássia-rósea | Sem | |
Cassia javanica L. | Cassia-javanesa | Sem | |
Delonix regia (Bojer ex Hook.) Raf. | Flamboyant | Sem | Indicada para arborização de praças e áreas com grande área de infiltração, pois são de grande porte, crescimento rápido e suas raízes podem ser agressivas. |
LYTHRACEAE | |||
Lagerstroemia indica L. | Resedá | Com | Árvore de pequeno porte, de folhas caducas e copa arredondada. Não possui raízes agressivas. |
MALVACEAE | |||
Hibiscus rosa-sinensis L. | Hibisco | Com | Árvore de pequeno porte, perene e ornamental pela beleza de suas flores durante todo o ano. |
Malvaviscus arboreus Cav. | Malvavisco | Com | Arbusto grande, rústico, e de baixa manutenção, que pode ser conduzido a uma arvoreta. Com flores vermelhas ou rosas. |
MAGNOLIACEAE | |||
Magnolia grandiflora L. | Magnólia | Com | Arbusto ou árvore que aprecia o clima ameno, sendo indicada para os locais mais frios. Apresenta belas flores e possui capacidade de se adaptar a centros urbanos com alta poluição do ar. |
MUNTINGIACEAE | |||
Muntingia calabura. L. | Calabura | Sem | Com estatura média e crescimento veloz, é versátil em relação a diversos locais como calçadas, praças e parques. Com potencial para atingir alturas entre 7 e 12 metros, produz frutos pequenos que são atrativos para aves e seres humanos. |
PROTEACEAE | |||
Grevillea banksii R.Br. | Grevílea-anã | Com | Árvore de pequeno porte, perene, raízes pivotantes e copa arredondada.Indicadas para calçadas sob fiação elétrica. |
ROSACEAE | |||
Prunus serrulata Lindl. | Cerejeira-do-Japão | Com | De beleza majestosa, ela é amplamente indicada para a arborização urbana. A espécie é de estatura média, normalmente atingindo até 8 metros de altura. Suas flores únicas são perfumadas, de coloração branca e tonalizada de rosa. |
SAPINDACEAE | |||
Filicium decipiens | Samambaia | Sem | De porte médio, copa bem fechada e raízes não agressivas. Crescimento rápido a moderado. Importante atentar-se que seu tronco não é dos mais fortes. |
Koelreuteria bipinnata Franch. | Árvore-da-China | Sem | Indicada para a arborização de ruas pois cresce sem exigências em relação ao tipo de solo. |
THEACEAE | |||
Camellia japônica L. | Camélia | Com | Pode ser utilizada como arbusto ou arvoreta. De copa arredondada, possui ampla utilização paisagística. |
Fonte: Portaria IAP 59/2015.
FAMÍLIA/Nome Popular | Nome Científico | Categoria | Porte |
ANACARDIACEAE | |||
Mangueira | Mangifera indica L. | II | Árvore |
ARALIACEAE | |||
Cheflera | Heptapleurum arboricola Hayata | II | Arbusto |
Papel-de-arroz | Tetrapanax papyrifer (Hook.) K.Koch | I | Arbusto |
ASPARAGACEAE | |||
Dracena, pau-d'água | Dracaena fragrans (L.) Ker Gawl | II | Arbusto |
BIGNONIACEAE |
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Tulipa-africana | Spathodea camp-anulata P.Beauv. | I | Árvore |
Amarelinho, ipê-de-jardim | Tecoma stans(L.) Kunth | I | Arbusto |
CASUARINACEAE | |||
Casuarina | Casuarina equisetifolia L. | II | Árvore |
COMBRETACEAE | |||
Sete-copas, castanheira | Terminalia catappa L. | II | Árvore |
EUPHORBIACEAE | |||
Mamona | Ricinus communis L | II | Arbusto |
FABACEAE | |||
Acácia-mimosa | Acacia podalyriifolia A. Cunn. Ex G. Don. | II | Árvore |
Acácia-negra | Acacia mearnsii Willd. | II | Árvore |
Aleluia | Senna macranthera (DC. ex Collad.) H.S. Irwin & Barneby | II | Árvore |
Leucena | Leucaena leucocephala (Lam.) de Wit. | I | Árvore |
Mimosa | Mimosa pigra L. | I | Arbusto |
Olho-de-pavão, carolina | Adenanthera pavonina L. | I | Árvore |
Robínia, falsa-acácia | Robinia pseudoacacia L. | II | Árvore |
Tojo | Ulex europaeus L | I | Arbusto |
MAGNOLIACEAE | |||
Magnólia-amarela | Magnolia champaca (L.) Baill. ex Pierre | II | Árvore |
MELIACEAE | |||
Santa-Bárbara, Cinamomo | Melia azedarach L. | I | Árvore |
MORACEAE | |||
Amora-preta | Morus nigra L. | II | Árvore |
MYRTACEAE | |||
Goiabeira | Psidium guajava L. | II | Árvore |
Jambolão | Syzygium cumini (L.) Skeels | II | Árvore |
Jambo | Syzygium jambos (L.) Alston | I | Árvore |
OLEACEAE | |||
Alfeneiro, ligustro | Ligustrum lucidum W. T. Aiton | I | Árvore |
PINACEAE | |||
Pinheiro-americano, pínus | Pinus spp. | II | Árvore |
PROTEACEAE | |||
Grevílea | Grevillea robusta A. Cunn ex. R.Br. | II | Árvore |
PITTOSPORACEAE | |||
Pau- incenso | Pittosporum undulatum Vent. | I | Árvore |
RHAMNACEAE | |||
Uva-do-Japão | Hovenia dulcis Thumb. | I | Árvore |
ROSACEAE | |||
Amora-roxa | Rubus niveus Thunb | I | Subarbusto |
Cotoneaster | Cotoneaster franchettii Bois | I | Arbusto |
| Eriobotrya japonica (Thumb.) Lindl. | II | Árvore |
RUTACEAE | |||
Limoeiro | Citrus ×limon (L.) Osbeck | II | Árvore |
Murta | Murraya paniculata (L.) Jack | I | Árvore |
Fonte: Portaria IAP 59/2015.


